domingo, 2 de abril de 2017

ÁLBUM DE ARARAS EM REFERÊNCIA




A dinâmica do enriquecimento paulista no século XIX: das origens à diversificação do capital da família Lacerda Franco

Gustavo Pereira da Silva1 
1Professor - Departamento de Economia - Universidade Federal do Paraná (UFPR) Endereço: Av. Prefeito Lothário Meissner, 632 - térreo - Jardim Botânico - Curitiba/PR - Brasil CEP: 80210-170 – E-mail: gustavopereira@ufpr.br

O texto visa apreender a formação e diversificação da riqueza paulista durante o século XIX. A análise recai sobre os Lacerda Franco, importante família cujos membros principiaram economicamente em atividades de cunho interno (lavoura de mantimentos, criação e comércio de animais, produção de aguardente) nas terras próximas da vila de São Paulo e, posteriormente, migraram para o Oeste Paulista, tornando-se senhores de engenho e cafeicultores. Esse processo de enriquecimento aponta a formação de sociedades agrícolas, casa comissária e exportadora, indústria, banco, diversificando as formas de riqueza dentro do complexo exportador cafeeiro da segunda metade do XIX. O fio condutor do trabalho é a apreensão da dinâmica (movimento) desse processo, materializada, através da documentação da família e de suas empresas – o que diferencia o trabalho das análises correntes apoiadas de forma unívoca em inventários –, de suas estratégias econômicas, nas diferentes atividades que os enriqueceram e nas difusas formas de alocação do capital.
Palavras-Chave São Paulo; Família; Enriquecimento; Diversificação, XIX


... 1847, constituíram a sociedade agrícola Lacerda & Irmão, que contava com as terras de seus pais na freguesia paulista de Belém de Jundiaí (fazenda Bocaina) e as terras legadas pelo sogro na vila de Limeira (fazenda Montevidéo). A sociedade, que permaneceu até 1865, tinha como finalidade a produção e venda de café, para tanto, o sócio Bento entrou com 8 escravos, enquanto seu irmão e sócio José entrou com outros 6, totalizando 14 cativos. (CONTRATO LACERDA & IRMÃO, 1855 apud Almeida, 1948, p. 23-24).26

... Fonte: Inventário de Antonio de Lacerda Guimarães (Jundiaí, 1853); Inventário de Dona Maria Franco (Jundiaí, 1861); (Cressoni, 2007, P. 45; Matthiesen, 2010, P. 25; Almeida, 1948, p. 21-22); Inventário de Clara Miquelina de Jesus (1864) apud Maluf (2005, p. 158-159).

BIBLIOGRAFIA CITADA

ALMEIDA, N. M. Álbum de Araras: documento histórico, geográfico, e ilustrativo do município de Araras. Araras, SP: Odeon, 1948.


Fonte


Consulta e postagem blog em 02.04.2017
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A URBANIZAÇÃO DE ARARAS – SP NO PERÍODO ENTRE AS DÉCADAS DE 1930 A 1970 



Adriano PIVA1 e Renata Luigia C. GARCIA²

RESUMO

O presente texto apresenta os principais fatores que determinaram a mudança da estrutura econômica brasileira em um período de importantes problemas com o cenário da economia, são analisados fatos que proporcionaram o crescimento econômico e urbano na capital do Estado de São Paulo e a consequente transformação que os mesmos originaram no espaço urbano do município de Araras – SP, a busca desses fatores foi realizada por meio de um estudo bibliográfico com base na urbanização brasileira. Evidenciando histórica e geograficamente a cidade de Araras – SP, foram analisados os fatores internos, como a importância da produção agrícola do município e também os externos, destacando a ajuda do Estado e da União, que investiram e apoiaram o crescimento urbano da cidade, além da importância de algumas pessoas que se uniram a favor da cidade de Araras, para que a construção do espaço urbano fosse adequado no sentido social e econômico, onde posteriormente, a cidade foi consagrada com a obtenção de um reconhecimento em nível nacional. Palavras chaves: Araras. União. Urbanização.


A INDUSTRIALIZAÇÃO DE 1930 A 1955

O Estado de São Paulo, devido à importância do café, é o espaço com maior concentração de capital e infraestrutura para o favorecimento do novo modelo vigente de base econômica do país, a industrialização vinculada à produção agropecuária.

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Adriano Piva - Graduado em Geografia (UNAR), adrianogeo22@gmail.com

Renata Luigia C.Garcia -  Orientadora e coautora do artigo (UNAR), renataluigia@bol.com.br
...

O parque industrial da tradicional cidade é constituído por estabelecimentos dos mais variados ramos. Além da grande indústria de laticínios exportados para todo o país, Araras apresenta três grandes usinas de álcool e açúcar; fábricas de adubos, de aguardente, de amido, máquinas para o benefício de café, arroz e algodão; 57 fábricas de farinha de mandioca e raspa; fábricas de máquinas para a lavoura, carros, mosaicos, ladrilhos, massas alimentícias, salames e mortadelas; indústrias de motores elétricos, artefatos de alumínio, importantes marmorarias, fábricas de ocre, pregos e rolhas metálicas, fábricas de móveis, 17 oficinas mecânicas; 10 cerâmicas, olarias e serrarias. (ALMEIDA, 1948, Texto. LVII).

...

Os lavradores de Araras sempre se distinguiram pelo seu espírito progressista, aplicando processos adiantados às suas culturas. Entre os seus filhos do passado e do presente contam-se nomes que muito concorreram para a riqueza agrícola do Estado, entre eles Ignácio Zurita Junior, o pioneiro da industrialização da mandioca (ALMEIDA, 1948, Texto. LVII).

REFERÊNCIAS

ALMEIDA, Nelson Martins de. Administração Ivan Estevam Zurita. Araras: Odeon, 1968.

______. Álbum de Araras: documento histórico, geográfico e ilustrativo do município de Araras. Araras: Odeon, 1948.


fonte:
http://revistaunar.com.br/cientifica/documentos/vol7_n1_2013/8_a_urbanizacao_de_araras.pdf


pesquisa e postagem em 02.04.2017

sábado, 1 de abril de 2017

ISTO É SÃO CAETANO - NELSON MARTINS DE ALMEIDA


Encontramos esta preciosidade. A Galáxia Internet nos proporcionou este resgate e registro. Percebemos que Nelson já apresentava resquícios de seu gosto refinado ao retratar as corporações musicais, sabedor de que Araras já as possui de longa data... Que belo material este que referenciamos e apresentamos em parte neste blog...


Publicado em quarta-feira, 6 de agosto de 2014 às 07:00 Histórico

Uma banda chamada Casa de Savoia


Ademir Medici
“Os depoimentos de vários filhos fundadores desta terra atestam que o entusiasmo pela música entre 1900 e 1915 era idêntico ao entusiasmo atual despertado pelo futebol.”
Cf. Nelson Martins de Almeida, em Isto é São Caetano, 1952.
As bandas de São Caetano, também chamadas de corporações musicais – e como é prazeroso ouvir, nos dias presentes, que os antigos conjuntos de iê-iê-iê agora são chamados de bandas.
Mas, cá entre nós, bandas mesmo são aquelas antigas, como esta – a Banda Musical Casa de Savoia –, que ilustra a 2ª Semana São Caetano/José Roberto Gianello, e cuja foto faz parte da brochura de 1952 que o jornalista Nelson Martins de Almeida editou.

pesquisa em 01.04.2017 


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Publicado em segunda-feira, 4 de agosto de 2014 às 07:00 Histórico

A relação do Porto Geral com a cidade


Ademir Medici
Na 2ª Semana São Caetano/José Roberto Gianello, vamos folheando a brochura Isto é São Caetano (PMSCS, 1952), organizada pelo jornalista Nelson Martins de Almeida. E reproduzimos duas imagens: a foto da Ladeira Porto Geral, em São Paulo, com data registrada de 1862, e o croqui da cidade de São Caetano no início da década de 1950, no centro do triângulo dos vizinhos São Paulo, Santo André e São Bernardo.
A LADEIRA
Diz a publicação que as célebres monções para o interior paulista e brasileiro partiam deste cenário da Ladeira Porto Geral. No Tamanduateí, lá embaixo, aportavam as embarcações dos beneditinos que, da Fazenda São Caetano, transportavam telhas e tijolos de sua fabricação – produtos da primeira indústria da atual São Caetano.
Foram os beneditinos quem deram o novo nome da cidade, antigo Tijucuçu.
A PLANTA
São Caetano em 1952 com nomes de bairros preservados e/ou eliminados dos atuais mapas da cidade. Um exemplo: entre o rio e a estrada de ferro, o bairro da Ponte e a Vila Lucinda, ambos constituindo, hoje, o bairro Fundação. Barcelona, Santa Maria, Gerty, Boa Vista, Santo Antônio, Cerâmica e São José tiveram seus nomes mantidos. Extinguiram-se: bairro da Divisa, bairro Gonzaga, bairro Olinda, Vila Nova, Vila Gisela, Vila Ressaca, Vila Camila, Vila Elekeirós, bairro da Saúde.
Vila Paula virou bairro Santa Paula, para arrepio do professor José de Souza Martins. Uma santa no lugar do nome do loteador.
NOSSO ORIENTADOR
José Roberto Gianello acompanhou a metamorfose da cidade. Acelerou-se a industrialização nas décadas de 1950 e 1960: “A ruptura se deu nos anos 1980. Com os custos de produção, indústrias fecharam. São Caetano muda de perfil. Cresce o setor de serviços, expande-se o comércio.”
A quinta leva: os imigrantes em São Caetano
Lorenzon, Lorenzoni. Com raízes no bairro dos Meninos, hoje Rudge Ramos, em São Bernardo, e colônia do ‘outro lado do rio (dos Meninos)’, onde se erguem as instalações do Instituto Mauá, junto ao Cemitério das Lágrimas.
O casal Lorenzoni Giovanni, 31 anos, e Maria Gallo, 29, também viajou da Itália para o Brasil no Vapor La France.
Pesquisa: Vicente D’Angelo

http://www.dgabc.com.br/(X(1)S(2dvk5lmtqtvyzrwwhitfbqx2))/Noticia/783695/a-relacao-do-porto-geral-com-a-cidade

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Publicado em domingo, 3 de agosto de 2014 às 07:00 Histórico

Ademir Medici

Da Vila Califórnia para a Avenida Tijucuçu

“Gosto da vida acadêmica, mas nunca fui professor. Quem sabe um dia!”
José Roberto Gianello, em entrevista ao Diário do Grande ABC no dia do aniversário de São Caetano de 2007.
José Roberto Gianello está para São Caetano o que a Dra. Gisela Leonor Saar está para Rio Grande da Serra. Ambos estudam História e memória de suas cidades. Não têm cargos públicos. Mantém acervos próprios. Atendem aos que os procuram para falar da formação urbana, étnica, esportiva e tudo o mais. Com a maior alegria.
Poderíamos acrescentar muitos outros construtores da memória, a exemplo de Gianello e Dra. Gisela. São idealistas que deveriam ser muito melhores aproveitados. Caso do professor Antonio de Andrade, da Metodista, que agita literalmente o universo acadêmico em busca da pesquisa histórica – ele próprio arregaçando mangas para entender como tudo acontece.
Mas o personagem de hoje é Gianello, de formação em Sociologia, que nos acompanhará nesta que é a 2ª Semana São Caetano de 2014.
Generoso, Gianello vem nos repassando, há anos, extenso material sobre São Caetano e outras paragens. É o material que dará suporte a esta jornada. Começando por uma brochura.
Era 1952. Jornalista Nelson Martins de Almeida traçava um perfil histórico e atual do jovem município de São Caetano. Escrevia o jornalista e editor: “Surge este documentário no momento justo em que São Caetano atravessa, auspiciosamente, o seu terceiro ano de emancipação política e de instalação de sua Câmara Municipal.”
Entre as palavras de ordem, grandeza, laboriosa população, fabricitante oficina e colméia humana. Ângelo Raphael Pellegrino era o prefeito, o primeiro prefeito de São Caetano. Deputado Antonio Sylvio da Cunha Bueno era apontado como ‘o baluarte do movimento redentorista de nosso município’. E José Luiz Marinaro pautava o que seriam os levantamentos futuros da História da cidade, de personagens como Fernão dias Paes Leme, Duarte Machado e esposa Joana Machado, até ‘os braços italianos’.
Vale a pena, jovens pesquisadores, localizarem este ensaio organizado por Nelson Martins de Almeida. Chama-se Isto é São Caetano, sob os auspícios da Prefeitura Municipal e indicado por José Roberto Gianello....

O texto fora transcrito em partes nesta data - pesquisa e inserção neste blog 01.04.2017
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Publicado em quinta-feira, 7 de agosto de 2014 às 07:00 Histórico

A força industrial

Ademir Medici


José Roberto Gianello e a indústria. O nosso orientador nesta 2ª Semana São Caetano, 2014, atuou em várias empresas industriais. Sua personalidade criativa não permitiu que ele marcasse ponto, permanentemente, em nenhuma delas. Mas de todas guarda lembranças, registros, histórias que ajudam a entender como se deu o crescimento econômico da cidade e região.
A brochura de 1952 sobre São Caetano que Gianello guardou traz uma listagem importantíssima do comércio e indústria da cidade 60 e poucos anos atrás. Uma das riquezas da publicação idealizada pelo jornalista Nelson Martins de Almeida.

pesquisa e postagem em 01.04.2017


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ÁLBUM FUTEBOLÍSTICO DE SÃO PAULO É REFERÊNCIA



Ademir Medici
Do Diário do Grande ABC


A riqueza do futebol de São Caetano é antiga. A cidade possuía uma várzea com dezenas de campos de futebol hoje ocupados por prédios. E mesmo equipes da vizinha Zona Leste paulistana preferiam disputar os campeonatos promovidos em São Caetano.
Começa a Semana São Caetano 2015 aqui em  Memória. E o assunto é futebol, graças a uma alma generosa e anônima que deixou na Redação do Diário um exemplar do Álbum Futebolístico de São Paulo, editado pela Federação Paulista de Futebol em 1957, com informações que vão até 1956.
A obra é vasta, tamanho gigante, com capas revestidas de madeira. Fartamente ilustrado, o álbum traz informações das equipes que disputavam as principais divisões de profissionais do Estado. Rei Pelé iniciava carreira no Santos mas, como menino reserva, nem aparece na foto do time principal.
De São Caetano, integrava a Primeira Divisão a Associação Atlética São Bento, fruto de fusão entre o Comercial da cidade de São Paulo e o São Caetano EC. A fusão não daria certo. O São Caetano voltaria a ser autônomo, recuperando seu nome e trajetória. Mas o registro da Associação São Bento é perpetuada graças aos autores do álbum: Thomaz Mazzoni (chamado Olimpicus), na supervisão; e Nelson Martins de Almeida, que cuidou da redação e da coordenação.
E é graças a Nelson Martins de Almeida que o futebol de São Caetano é brindado no álbum, não apenas com o seu time principal, a AA São Bento, mas com fotos, distintivos e esportistas de vários outros clubes da cidade, o que veremos ao longo desta Semana de festas em São Caetano.
Os demais clubes do nascente ABC, futuro Grande ABC, não aparecem no álbum da FPF de 1957. Só São Caetano. E a explicação é simples: naquele tempo, Nelson Martins de Almeida foi contratado pelo município para organizar um livro sobre a administração pública. Tomou contato com a cidade. E registrou os seus principais clubes.
Venham conosco, esportistas de São Caetano e Grande ABC. E quem souber do paradeiro, digam como localizar notícias do jornalista Nelson Martins de Almeida. Ele foi muito importante naquele 1956 para o futebol e Memória da cidade. E merece ser citado, quem sabe ainda nesta Semana São Caetano 2015.
continuar em :

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Publicado em segunda-feira, 3 de agosto de 2015 às 07:00 Histórico

O primeiro título nacional vem do Cerâmica

Ademir Medici

O Cerâmica FC foi grande, dentro e fora de São Caetano. Chegou a disputar campeonatos profissionais, nos anos 60. Representava uma das mais antigas indústrias da cidade e ganhou destaque no álbum que a Federação Paulista de Futebol editou em 1957.
Até então, o clube disputava campeonatos amadores, entre os quais os ligados à indústria e comércio, como narra o jornalista Nelson Martins de Almeida, co-autor do Álbum Futebolístico de São Paulo, em parceria com mestre Thomaz Mazzoni (Olimpicus)....

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Publicado em quinta-feira, 6 de agosto de 2015 às 07:00 Histórico

Toda força aos clubes classistas

... Transcrevemos parte do texto... o mesmo pode ser acompanhado através do link consulta e postagem em 01.04.2017...

http://www.dgabc.com.br/Noticia/1539323/toda-forca-aos-clubes-classistas
... E a Semana São Caetano 2015 chega ao General Motors Esporte Clube, distinguido também no Álbum do Futebol de São Paulo (FPF, 1956). Lá estão as três fotos de hoje, com as informações e legendas compiladas pelo jornalista Nelson Martins de Almeida, de curta e frutífera passagem por São Caetano na década de 1950.

E o General Motors sagra-se campeão do IV Centenário
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Infelizmente o tempo passou e só neste momento tomamos ciência das palavras aqui colocadas.  Embora que tardiamente, vamos entrar em contato com a redação do jornal (nota da editora do blog - Inajá Martins de Almeida)
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O texto fora consultado em 01.04.2017

sexta-feira, 31 de março de 2017

NELSON MARTINS DE ALMEIDA E SUAS OBRAS DIGITALIZADAS




2016 - Álbum de Araraquara – digitalização

02.09.2016 – O Memorial da Câmara Municipal de Araraquara disponibiliza para pesquisa, no formato digital, o “Álbum de Araraquara 1948”, que foi organizado e editado por Nelson Martins de Almeida. A digitalização do álbum permite a busca textua, por palavra, na imagem do documento. – Silvia Gustavo.





Consulta em 30.03.2017



2017 – Álbum de Araras – digialização

24.03.2017 – Quando Araras completa 146 anos de emancipação político administrativa, a prefeitura de Araras disponibiliza a obra do Historiador Nelson Martins de Almeida. Acervo reunido e digitalizado pelos professores e historiadores Roanita Franco Bergamin e Rangel Conejo.





Consulta em 30.03.2017






PUBLICAÇÕES DE NELSON MARTINS DE ALMEIDA REFERENCIADAS

Nelson Martins de Almeida e suas obras são referências para inúmeros trabalhos de conclusão de curso bem  em livros editados.  A razão destes registros se diz para que sirva de parâmetro para pesquisadores



1) ÁLBUM DE ARARAQUARA

Conclusão de curso UFSCAR

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS CENTRO DE EDUCAÇÃO E CIÊNCIAS HUMANAS DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO

O PARQUE INFANTIL “LEONOR MENDES DE BARROS” DA CIDADE DE ARARAQUARA (1941-1971)

São Carlos – 2008 2

Monografia apresentada à Disciplina de Trabalho de Conclusão de Curso 2, para obtenção do título de Licenciado em Pedagogia, sob a orientação da Profª Drª Marisa Bittar e co-orientação da Profª Drª Ester Buffa do curso de Pedagogia da UFSCar.

Mônica Pereira - R. A. 260959 São Carlos – 2008

O nome aparece à página 35

Segundo Almeida (1948) pesquisas mostram que as crianças freqüentadoras do parque eram em sua maioria desnutridas, com isso foi instituída no Parque a merenda diária que continha frutas, pão, leite e sopas. Quanto a alimentação Genésio narrou que: “A dona Isabel era quem tomava conta da merenda e ela fazia uma sopa de fubá com legumes que era uma delícia!” Para Almeida (1948) o Parque Infantil, foi por excelência um núcleo social de assistência à infância que possuía a preocupação de levar para aqueles pequeninos seres desprotegidos da fortuna, a alegria e o conforto que lhe foram negados por circunstancias adversas. Tal instituição possuía um caráter assistencialista, mas segundo o relato do exparqueano Genésio, o Parque também apresentava atividades de leitura e escrita e confessou que o parque lhe deu uma boa preparação para cursar o grupo escolar...


e à página 39 as Referências Bibliográficas


ALMEIDA, Nelson Martins. Álbum de Araraquara 1948. Estado de São Paulo: 1ª ed.

fonte:

http://www.pedagogia.ufscar.br/documentos/arquivos/tcc-2005/o-parque-infantil-201cleonor-mendes-de-barros201d-da-cidade-de-araraquara-1941-1971

pesquisa em 31.03.2017

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2) ÁLBUM DE RIO CLARO


Biblioteca Instituto Histórico e Brasileiro


Album do Rio Claro : [1817-1951] : documentário histórico, ilustrativo do município de Rio Claro / diretor-redator Nelson Martins de Almeida ; colaboração José Romeu Ferraz ... [et al.].

Ficha Catalográfica

  • Autor SecundárioAlmeida, Nelson Martins de ; Ferraz, José Romeu
  • Classificação177.1.25
  • Local/EditorRio Claro, SP : N. M. de Almeida,
  • Data de Publicação1951.
  • Descrição Física1 v. (não paginado): il., ret. ; 24 cm.
  • AssuntoRio Claro (SP) - História - Obras ilustradas


fonte:

https://ihgb.org.br/pesquisa/biblioteca/item/15281-album-do-rio-claro-1817-1951-document%C3%A1rio-hist%C3%B3rico,-ilustrativo-do-munic%C3%ADpio-de-rio-claro-diretor-redator-nelson-martins-de-almeida-colabora%C3%A7%C3%A3o-jos%C3%A9-romeu-ferraz-et-al.html

pesquisa em 31.03.2017


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3) ÁLBUM DE RIO CLARO


ANAIS DO IV SIMPÓSIO NACIONAL DOS PROFESSORES UNIVERSITÁRIOS DE HISTÓRIA

Organizado pelo PROF. EURÍPEDES SIMÕES DE PAULA


Tìtulo: Colonização e Migração - XXXI Coleção de Revista de História sob a direção do Prof. Eurípedes Simões de Paula.  -   São Paulo 1969




CONSIDERAÇOES PRELIMINARES SOBRE UMA CIDADE DE IMIGRAÇÃO TEUTO-ITALIANA E OS EFEITOS DO SEGUNDO CONFLITO MUNDIAL (*).

JÚLlA MARIA LEONOR SCARANO
Da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Rio Claro da Universidade de Campinas (SP).

Em relação à imigração germano-italiana, o município de Rio Claro oferece especial interêsse, pois, desde o século passado, diversos grupos aqui se estabeleceram tentando as primeiras experiências de conjugar o trabalho livre de colonos estrangeiros ao trabalho escravo, numa tentativa particular de solucionar o problema da mãode-obra. Também ...

Em relação à vida cultural, os a)emães de Rio Claro tomaram a dianteira aos italianos. talvez pelo fato de serem mais instruídos do que êstes, quando aqui vieram, ou também pela estreita ligaçãc que existe entre o conhecimento da Bíblia e o idioma alemão. O próprio Davatz já fala do interêsse dos colonos em instruir seus filhos, sem manifestar indiferença pela cultura e língua de origem, como assinala Willems. N. Martins de Almeida quando se refere ao Colégio Koelle cita o seguinte trecho: (12). -


página 513 - 518

"Desde a sua chegada da Europa à Rio Claro, no ano de 1852, os colonos suiços e alemães cuidavam com zêlo e abnegação da instrução de seus filhos. Já no meado do século passado, esfor- çaram-se êles por ensinar seus filhos em seus próprios lares e, nos últimos anos da década de 1870, diversas experiências foram feitas com profcssôres improvisados, mas sem sucesso. Entabulou então o Rev. J acob Zink, pastor da comunidade evangélica de Rio Claro, entendimentos com amigos de sua Terra Natal, para conseguir um professor apto e conveniente para a sua comunidade em Rio Claro" (14).

(14). Nelson Martins de Almeida - op.cit




















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4) ÁLBUM DE ARARAS





















Fonte :

https://books.google.com.br/books?id=uKQt4TRPxXkC&pg=PA338&lpg=PA338&dq=Nelson+Martins+Almeida&source=bl&ots=PQHzJnUcKx&sig=xwTXZz3oq-89zsADDSRTO_Glj80&hl=pt-BR&sa=X&ved=0ahUKEwi07_WFoP_SAhXEk5AKHVr9CWQ4ChDoAQhRMA4#v=onepage&q=Nelson%20Martins%20Almeida&f=false

Pesquisa em 31.03.2017

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5) ÁLBUM DE FUTEBOL


Artigo sobre o clube de futebol - Bandeirante Futebol Clube


Fonte: Livro “Os Esquecidos” da Datatoro de Rodolfo Kussarev e dos pesquisadores Eduardo Cacella, Julio Diogo, Fernando Martinez, Marcio Javaroni e Antonio Mario Ielo, Almanaque Futebolístico de 1957 da FPF de Nelson Martíns de Almeida e Thomaz Mazzoni, Jornal Correio de Botucatu, Os Campeões Amadores de Botucatu de Nivaldo Ceará e Arquivo do pesquisador e historiador Zulo e arquivo pessoal.

Consulta em 31.03.2017
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6) RETRATOS DE ARARAS ANTIGA
Retratos de Araras Antiga
de MARTINS DE ALMEIDA, Nelson
Ano:1952
Nº de Páginas: 105 pp.

Editora: Separata da Revista do Arquivo - vol. CLIV
Esta publicação foi uma separata da “Revista do Arquivo” – vol CLIV, editada pelo Departamento de Cultura –Divisão do Arquivo Histórico. É um exemplar original, numerado a partir da página 30, sendo que a que seria a página 29 esta ilustrada pela foto da Matriz de Nossa Senhora do Patrocínio. Segue, a partir da página 30, o item “Fundadores de Araras”, aparecendo a foto de Bento de Lacerda Guimarães ( Barão de Araras) , a narração de como a área do patrimônio veio parar em seu poder e do irmão José Lacerda Guimarães, a transcrição da Escritura de Constituição do Patrimônio, informações sobre a criação da Vila e da Comarca, a vinda da estrada de ferro, a construção da Matriz e a foto de José de Lacerda Guimarães ( Barão de Arari). Na sequência foi reproduzida em “fac-simile” a reportagem realizada pela “Revista da Semana”, do Rio de Janeiro, edição de julho de 1.902, sobre a realização da Feira das Árvores e da Feira de Araras, que marcou uma época, tendo tido várias edições até 1.938. Nessa edição foi feita ampla cobertura sobre a cidade, em seu aspecto urbano, rural e social. Em continuação, a publicação aborda edifícios antigos, logradouros públicos, como a Prefeitura, a Câmara, o Forum, a Praça Barão de Araras, Hospital São Luis, Asilo Santo Antonio, Grupo Escolar “Cel. Justiniano W. de Oliveira”, O Coreto, a Praça Dr. Luis Narciso Gomes, trecho de ruas, como a José Bonifácio, a rua Albino Cardoso, a rua Tiradentes, a rua Benjamin Constant, , a Praça General Carneiro. Dos edifícios particulares, , a Estação da Cia. Paulista, os prédios da Sociedade Italiana, a Farmácia Kuhlmann”, o Grande Hotel Central, a Casa Machadinho, a Casa Padula, a casa Zurita e a sede do Círculo Operário Ararense. Focaliza, a residência da família Ulson, a casa sede da fazenda Morro Alto, bem como, blocos carnavalescos, grupos fazendo “pic nic”, a Banda Carlos Gomes, a Éden Orquestra, a Banda de Música Montividéu, os Grupos de Arte Dramática, como o “21 de outubro”, “Os Amigos da Arte” . Interessantes são as fotos de duas monumentais toras de Jequitibá, com os diâmetros de 1,95 metros e 2.50 metros, a demonstrar a qualidade do solo de Araras. No item “Divisas e Topografia do Município de Araras”, o trabalho apresenta os dados geográficos, a planta cartográfica do município e da cidade e duas fotos das festas do bairro de Pirapora. Aparecem,ademais, a foto e uma poesia de Sebastião de Campos, os tipos excêntricos do panorama popular da Araras Antiga, como Jaime Rocha, Dito Flautista e Dito Gongo. Como encerramento, é prestada homenagem ao abolicionista Lourenço Dias.

Fonte:

http://www.plataformaverri.com.br/index.php?bib=1&local=book&letter=A&idCity=23&idCategory=1&idBook=2133

Pesquisa em 31.03.2017

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