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quarta-feira, 30 de outubro de 2024

GINCANA POLIEDRO x ÁLBUM DE ARARAS

Colégio Araras Poliedro realiza magnífica gincana entre seus alunos.

A disputa foi acirrada entre as equipes. A lista de exigência para o cumprimento da prova apertada. Dentre as solicitações o item 10 aponta o "Álbum de Araras" - autoria de Nelson Martins de Almeida e Mamede de Souza






Os troféus, alunos vitoriosos ante a competição motivadora que a escola pode proporcionar



Na oportunidade o "Álbum das Bandas de Araras", autoria do historiador Nelson Martins de Almeida, foi ofertado pelas coautoras Inajá Martins de Almeida e Matilde Ap.Salviato Viganó - sobrinha do autor






sexta-feira, 21 de junho de 2024

47 ANOS DA GRANDE PREMIAÇÃO NACIONAL CONCURSO DE BANDAS DE MÚSICA - 1977 / 2024

 

Corporação Musical Maestro Francisco Paulo Russo - 47 anos nos distanciam da grande conquista nacional no concurso de bandas de música. 

Motivo de júbilo para nossa cidade de Araras.

Registros que permanecem vivos na história da cidade de Araras, a qual detém o título inédito em concurso de Bandas de Música.

Nossa Corporação é consagrada a Banda de Todas as Bandas.  


Grandioso espetáculo realizado no Ginásio de Esportes de Brasília aos 20 de junho de 1977 - numa manhã clara de sol.
A foto registra a magistral regência do Maestro Alfredo Alexandre Pelegata, à frente dos seus músicos campeões. (clique sobre a foto) 

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Inesquecível 1977. Premiação Nacional máxima. Uma história que o tempo jamais apagará, registrada nas 200 páginas do Álbum das Bandas de Araras.

 Edição 2017, ricamente ilustrado, farto em pesquisa, a qual demandou anos de labuta, tanto pelo autor e historiador Nelson Martins de Almeida, quanto pelas coautoras Inajá Martins de Almeida e Matilde Aparecida Salviato Viganó, primas e filhas da história, as quais puderam, desde tenra idade, acompanhar os bastidores dos pais Nelson e Carlos Viganó, até os seus 94 e 87 anos, respectivamente, estes que respiraram história e música e nós, como herdeiras desse rico patrimônio, conquistamos o direito de fazê-lo nosso e avançar.

 Assim é que eternamente permanecerão em nossas lembranças e projetos, pois que a história ainda nos permitirá muitos feitos dignos de registro, uma vez que estes não se esgotam e ainda permanecemos na ativa, sempre, com mais e mais vigor para contar. 

Parabéns eternos músicos e familiares pelos 47 anos da grande conquista nacional. 





No dia 20 de junho de 1977, sob a regência do Maestro Pelegatta, a Corporação Musical Maestro Francisco Paulo Russo, obtém o 1º lugar no Concurso Nacional de Bandas, quando então a TV Globo, Rio de Janeiro, em transmissão nacional, consagra-se Campeã do Brasil.

Os confrontos musicais, em caráter de competição, realizados semanalmente, com transmissão a cada domingo pela Rede Globo, duas bandas de cada vez, exibindo seus repertórios, entusiasmaram a todos que tiveram oportunidade de ouvi-las.

As pontuações iam sendo gradativamente somadas, com a representação de Araras, alcançando as notas máximas que, por certo, a levaria à conquista final. O que realmente aconteceu.


Competiram, e foram classificadas, as Bandas:

1º) Corporação Maestro Francisco Paulo Russo - Araras / SP

2º) "Filarmônica XV de Novembro Cabense - cidade do Cabo / PE

3º) "Filarmônica 25 de Março - de Feira de Santana / BA

4º )"Filarmônica Visconde do Rio Branco - Belo Horizonte / MG



 
Nossa Banda é campeã nacional. Esta fora a geração, que com brilhantismo alargou as fronteiras da cultura, do conhecimento das artes. Esta fora a geração "audaciosa" e "atrevida" da conquista e dos registros das memórias em álbuns musicais - edições em discos - e, no presente, este documentário histórico das Bandas de Araras.
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Momento histórico dos campeões na Praça Barão de Araras.
Os músicos campeões, em seus uniformes caqui, posam para foto, ao lado do obelisco.
Tendo como pano de fundo a fonte luminosa, o público ararense pode acompanhar o riquíssimo repertório vencedor na execução impecável dos músicos integrantes da Corporação Musical Maestro Francisco Paulo Russo.
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Assembléia Legislativa em requerimento nº 1551 de 1977, através de seu representante Deputado Benedito Campos, assim manifesta:

 "... é um incentivo a todos e um prêmio à harmonia, a orquestração, a disciplina e, principalmente, à vontade e ao amor que os músicos ararenses devotam a uma tradição tão linda e alegre que por muitos anos se apresentam nas praças públicas, distribuindo cultura e alegria a muita gente... " - 30 de junho de 1977


Os músicos se deixam fotografar ao lado da Lira em Bronze, confeccionada para homenagear a Corporação Campeã Nacional de 1977 - clique sobre a foto


Estas fotos e breves textos, fazem parte do Documentário Histórico sobre as Bandas de Araras, o qual contempla um período entre 1879 até 2015. 


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Fotos, textos complementares e postagem de Inajá Martins de Almeida







sexta-feira, 9 de fevereiro de 2024

ÁLBUM DE ARARAS DIGITALIZADO

 Acompanhe o ÁLBUM DE ARARAS 

Autoria do Historiador Nelson Martins de Almeida 

Totalmente digitalizado


Acesse o link 

https://araras.sp.gov.br/im/album_de_araras.pdf




Pesquisa e postagem de Inajá Martins de Almeida
09/02/2024




sexta-feira, 29 de julho de 2022

BANDA DE TODAS AS BANDAS - HOMENAGEM AOS 45 ANOS DA GRANDE CONQUISTA NACIONAL

 Em clima de grande festa e "gala", a Câmara Municipal de Araras, sob indicação da vereadora sra. Elaine Brambila, promove  aos músicos da Orquestra de Sopros Maestro "Francisco Paulo Russo", belíssima homenagem pela conquista nacional em 1977.

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Corporação Musical de Araras recebe homenagem pelos 45 anos da conquista do primeiro Campeonato Nacional de Bandas

O evento foi uma indicação da vereadora Elaine Maria Ferreira da Silva Brambilla




Momento tão esperado - brilhante apresentação da Orquestra no átrio da Câmara Municipal de Araras
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Registramos a íntegra da fala inicial do diretor de comunicação da Câmara Municipal de Araras Nilsinho Zanquetta:



"Foi uma noite de gala. A plateia da Câmara Municipal de Araras ficou tomada por um grande público, por autoridades e pelos apaixonados por música. A emoção tomou conta dos que compareceram na cerimônia de homenagem aos músicos integrantes da ‘Corporação Maestro Francisco Paulo Russo’ campeões do 1º Campeonato Nacional de Bandas de Música realizado pelo MEC (Ministério de Educação e Cultura) e FUNART (Fundação Nacional das Artes) na sede da Rede Globo, no Rio de Janeiro, em 1977, há 45 anos. A sessão solene foi realizada por indicação da vereadora Elaine Maria Ferreira da Silva Brambilla, que acatou uma sugestão das primas e apaixonadas pela banda, Matilde Viganó e Inajá Martins, elas inclusive são coautoras do livro Álbum das Bandas de Araras lançado em 2017 e escrito pelo saudoso historiador Nelson Martins de Almeida, pai da Inajá. 

“Este evento é muito marcante e precisa ocorrer sempre, espero que estejamos aqui daqui cinco anos para celebrarmos os 50 anos desta conquista”, disseram as primas durante discurso na cerimônia. 

Em 2017, por solicitação do então vereador Pedro Eliseu Sobrinho, também ocorreu uma cerimônia de homenagem aos músicos em comemoração à época pelos 40 anos da conquista. 

A solenidade foi conduzida pela vereadora Elaine Brambilla e contou com a presença da vereadora Regina Corrochel, com o secretário da Cultura, Fredo Junior, que esteve representando o Prefeito, Pedrinho Eliseu, os atuais músicos da Orquestra de Sopro de Araras e o atual maestro da corporação, Maikel Morelli.



“Quero parabenizar todos os envolvidos pela realização deste evento que muito nos enobrece e nos incentiva a continuar com este trabalho, esperamos muito poder voltar a tocar na Praça Barão de Araras”, disse o Maestro Maikel Morelli. 


O Secretário de Cultura de Araras, Fredo Junior, se emocionou no evento e aproveitou para dar uma boa notícia. 

 

“Nos emocionamos em razão deste grande feito conquistado pela banda de Araras, elevando o nome de nossa cidade no lugar mais alto do pódio, tornando-nos uma referência na música. Quero aqui informá-los que após conversas com o maestro Maikel e o nosso Prefeito Pedrinho Eliseu, vamos retomar as apresentações da banda no coreto da Praça Barão de Araras”, disse.




Sob muitos aplausos, a vereadora Elaine Brambilla fez a entrega de uma placa que simboliza a conquista do título nacional ao atual maestro da banda, Maikel Morelli e ao músico que integrou a banda campeã em 1977, Fernando Antônio Dametto, que também recebeu uma moção de congratulações. 



Além dele, há outros três músicos vivos que compuseram a banda na época, Luiz Carlos Morgili, Júlio de Oliveira e José Ângelo Francato, estes receberam o diploma em casa pelas mãos da vereadora Elaine Brambilla. 





Os outros 31 músicos que compuseram a banda em 1977 já faleceram e foram representados no evento por seus familiares que receberam uma moção de congratulações, são eles: Abel Antônio da Silva, Arlindo Cressoni, Odair Alves Isidoro, Paulo Norberto de Castro, Avelino Brufato, Ariel Alves de Oliveira, Carlos Viganó, Dorival Burger, Elias Alves da Cruz, Hugo Tadeu Montagnolli, Hugo Montagnolli Junior, Wilson Rodrigues de Almeida, Antônio Squissato, Ely Montagnolli, Fioravante Evangelista, José da Luz, Luiz Carlos Caramello, Walter Francisco Bragança, João Moreira de Campos, José Donatti, José Franco, Milton Fabre, Oswaldo Aparecido Burger, Lucindo de Souza, Mário Silva, Natalino Montagnolli, Ademir Alves, Otávio Mariano, Benedito Aparecido Ribeiro, Joaquim dos Santos e o maestro Alfredo Alexandre Pelegatta. 





Digníssima vereadora sra. Elaine Brambila traz ao plenário da Câmara Municipal de Araras, o troféu conquistado em 1977, ao mesmo tempo em que faz menção dos outros tantos conquistados ao longo dos anos pela corporação musical, dizendo do seu empenho em colocá-los numa "cristaleira" para que a posteridade possa honrá-los.
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“Este é um momento único, estou muito feliz em poder participar e ter feito a
indicação para a realização deste grande evento em homenagem a nossa querida banda, que possamos estar sempre comemorando esta conquista e que agora a nossa Orquestra de Sopros continue levando alegria ao nosso povo”, disse a vereadora Elaine Brambilla. 

As Bandas de Araras A cidade de Araras, desde 1879, sempre teve Bandas tradicionais, que fizeram sucesso e a alegria da população. 

Em 1905 o maestro Pusoni criou a Banda Carlos Gomes que passou a ser regida pelo Maestro Francisco Paulo Russo. Essa banda foi considerada a melhor do interior paulista. 

Em 1922 participou das comemorações do Centenário da Independência do Brasil em São Paulo. Nessa ocasião o maestro Paulo Russo conquistou o 1º lugar na classificação geral das Bandas e recebeu do povo de Araras uma batuta de ébano e ouro em reconhecimento. 

Após 1930, a Banda contou com a regência dos maestros Hugo Montagnolli, Barbosa de Brito e Benedito de Moraes. 

Em 1971, com o apoio da Prefeitura Municipal de Araras, a Corporação Musical foi reorganizada e assumiu então a regência o Maestro Alfredo Pelegatta. 

Foram muitos títulos conquistados até 1976, quando sagrou-se campeã estadual do concurso de bandas, promovido pela Secretaria de Promoção Social do Estado de São Paulo, passando então a concorrer ao título de banda campeã nacional no ano seguinte. 

Em 1977, teve início o 1º Campeonato Nacional de Bandas, promovido pelo MEC – Ministério de Educação e Cultura e Funart – Fundação Nacional de Artes – quando a Corporação participou de três eliminatórias que foram gravadas nos estúdios da Rede Globo no Rio de Janeiro. 

A banda ararense participou com as músicas Walkiria, Suíte Nordestina, Newton, Num Mercado Persa, Moça/Progresso, Hei de Vencer, Cantos Nordestinos e Seleção nº 1. 

 Em todas as apresentações a Corporação foi agraciada com a nota máxima. Na final, conseguiu o feito histórico ao conquistar o título derrotando na final bandas tradicionais da Bahia, Pernambuco e Minas Gerais. 

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Na foto a composição do juri -  renomados músicos e maestros, 
compenetrados em suas notas e falas - 

"Para mim é uma verdadeira escola de música. Uma banda que poderia cumprir perfeitamente o papel de uma escola de música em Araras. Cheguei a me emocionar as lágrimas, quando as clarinetas, num uníssono maravilhosos, numa sonoridade incrível, atacaram a primeira música. É uma banda de altíssimo nível" . Maestro Celso Woltzenlogel

"Movimento interior dinâmico. Capacidade de domínio instrumental. Eles conseguem uma perfeição, dominando até o melhor acabamento sem agressões estéticas e com a nota afinada. Isto é uma grande virtude". - Maestro Alceu Boschino

"Maior nível técnico que já se viu em banda no Brasil. É realmente uma sinfônica. Fizeram pianíssimos incríveis. Estacatinhos nos metais... Maravilhosos com uma delicadeza incrível... O Maestro segurando a Banda como se estivesse tratando de uma criança..." Maestro Júlio Medaglia 

"Dinâmica acuidade. Repertório interessante. Atuação maravilhosa do maestro Pelegatta, valorizando os mínimos detalhes. A Banda de São Paulo me fez lembrar, em alguns momentos, a Banda dos Carabineiros de Roma, que se apresentou no Rio de Janeiro, se não me engano por volta de 1965, e que a gente tinha a impressão de ouvir uma orquestra sinfônica, tal a suavidade com que tocava. A dinâmica da banda paulista me pareceu ainda mais cuidada, obtendo-se maior equilíbrio sonoro" - Maestro Ari Vasconcelos

Emoção... Muita emoção. Emoção estética. Uma organização do interior, lutando com dificuldades, com músicos amadores, que trabalham sob direção de um maestro que dedica sua vida a este conjunto, e que consegue tal nível de apresentação que emociona a músicos profissionais. Esta banda pode viajar pelo Brasil. Pode sair para fora, levando nossa música, o nosso nome com um regente compositores, como José Barbosa de |Brito, que hoje foi integralmente apresentado aqui. Ele não apela, ele apela para a música." - Maestro Marlos Nobre

O Álbum das Bandas de Araras - autoria do historiador Nelson Martins de Almeida contempla em suas páginas 78 à 83 todo rico acervo, em que os maestros esboçaram seus pareceres, concedendo, de maneira unânime em todos os certames, a nota máxima com louvor 10. 

Este adendo se fez representar, dado a importância das falas durante a solenidade de outorga das menções aos músicos e familiares no plenário da Câmara Municipal de Araras no dia 26 de julho de 2022, na brilhante noite de "gala" 

Ademais, tal feito fora único, jamais ocorreu outro certame de tão alta envergadura. Um feito dessa monta há que ser disseminado em todos os momentos, para que gerações vindouras saibam que no tempo áureo de nossa história uma banda de interior, com músicos "amadores" brilhou com sua música e paixão pela Divina Arte. 

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A banda ararense apresentou as músicas Bento Barbosa de Brito, Velho Titão e Os Mendigos, recebendo nota 10 de todos os jurados presentes no evento. Após a conquista, os integrantes da banda “Maestro Francisco Paulo Russo” seguiram para Brasília onde fez uma apresentação no Ginásio de Esportes Presidente Médici, emocionando um público de mais de 15 mil pessoas presentes no evento, inclusive o excelentíssimo presidente da República na época, o General Ernesto Geisel e outras autoridades. 

Na oportunidade o Maestro Alfredo Alexandre Pelegatta recebeu das mãos do então presidente, o troféu Paulo Roberto da Sociedade Brasileira de Artes, Cultura e Ensino. Após todas essas conquistas, a banda foi recebida em Araras com muita festa e alegria, desfilando em carro aberto pelas ruas centrais da cidade.

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Algumas fotos representam o momento em 1977.

O Álbum das Bandas de Araras - traz em seu contexto ilustrações e textos contemplando o evento, marco único e singular para a cidade de Araras 

As quatro bandas finalistas apresentam o Hino Nacional Brasileiro, na "gran finale"
Prefeito Zuntini e maestro Pelegatta se portam perante as autoridades locais e ao nosso Hino Nacional Brasileiro 
A faixa comemorativa aguarda os ilustres músicos campeões no Aeroporto de Congonhas em São Paulo
Em carro oficial do Corpo de Bombeiros, os músicos percorrem ruas da cidade 
Em clima de grande júbilo e festejo a cidade se tinge de confete e serpentina, em agradecimento aos heróis músicos que tão magnificamente elevaram o nome do município de Araras ao patamar nacional 
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 Em 1993 a Corporação teve a regência do maestro Luiz Carlos Morgili. Em 1994 assumiu o Maestro Marco Antônio Melinski, que ainda comanda a Orquestra de Sopros de Araras “Maestro Francisco Paulo Russo”, que conquistou títulos importantes nos anos de 1996, 97, 98, 99 e 2000. 

Em 2005 conquistou o 1º lugar no concurso de bandas “Zequinha de Abreu” na cidade de Santa Rita do Passa Quatro. Livro sobre a Banda A história da Corporação Musical “Maestro Francisco Paulo Russo” está estampada nas páginas do livro “Álbum das Bandas de Araras”. A obra é de autoria do historiador Nelson Martins de Almeida, que faleceu em 2012, aos 94 anos e que foi concluída pelas coautoras e primas, em parentesco familiar, Inajá Martins de Almeida (filha do Historiador) e Matilde Aparecida Salviatto Viganó (filha do músico da Banda Carlos Viganó). O lançamento ocorreu em 26 agosto de 2017 na Biblioteca Municipal de Araras, Martinico Prado.




Inajá Martins de Almeida e Matilde Aparecida Salviato Viganó foram agraciadas com belíssimo ramalhete de flores, por serem as coautoras do Álbum das Bandas de Araras - autoria de Nelson Martins de Almeida, ao mesmo tempo em que ocuparam o plenário para proferir algumas palavras. 
Matilde ressaltou a importância em se manter uma escola musical para a continuidade do belíssimo trabalho desenvolvido desde então, enquanto Inajá, embargada pelas homenagens traz ao momento os ilustres maestros, iniciando por Francisco Paulo Russo que nos idos 1922, conquista o prêmio de melhor banda, quando da comemoração do centenário da Independência do Brasil, no quartel em São Paulo. A saudade do tio, do maestro Pelegatta, dos músicos que se apresentavam no coreto aos domingos, fazendo todos dançarem ao som das marchas. Saudade eterna. Também a proposta de que daqui a cinco anos, possamos estar comemorando os cinquentenário da grande premiação nacional.   

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Publicado em: 27/07/2022 15:20:04 Publicado por: Nilsinho Zanchetta – Diretoria de Comunicação da CMA

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Fonte das publicações:

Álbum das Bandas de Araras - autoria Nelson Martins de Almeida. Coautoria de Inajá Martins de Almeida e Matilde Aparecida Salviato Viganó - edição 2017

 https://www.camara-araras.sp.gov.br/noticias/corporacao-musical-maestro-francisco-paulo-russo-recebera-homenagem-pelos-45-anos-do-1o-campeonato-nacional-de-bandas-de-musica,18-07-2022. (pesquisa em 29/07/2022)

https://www.araras.sp.leg.br/Noticia/Imprimir/7242 - texto para impressão, por Nilzinho Zanquetta

https://www.youtube.com/watch?v=Ft6IBnzz9Vg - íntegra da homenagem na Câmara Municipal de Araras em 26/07/2022

https://www.facebook.com/elaine.brambila.58 

https://www.facebook.com/cmaararas - 27 de julho 2022

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Montagem, textos, apontamentos adicionais e captura de fotos por: Inajá Martins de Almeida

domingo, 28 de março de 2021

EXPOSIÇÃO VIRTUAL INHANA - Secretaria da Cultura de Araras

Belíssima exposição virtual sobre a grande interprete do cancioneiro brasileiro - Inhana - ararense que deixou legado para a cidade que a viu nascer.

Algumas fotos do Álbum de Araras, autoria de Nelson Martins de Almeida,  registram momentos vividos pela cantora na sua cidade natal.

Acompanhem toda a matéria, digna destes comentários neste blog. Parabéns aos idealizadores.



https://sites.google.com/view/exposicaoinhana



quarta-feira, 26 de junho de 2019

SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO RECEBE EXEMPLARES DO ÁLBUM DAS BANDAS DE ARARAS

Belíssima parceria firmada nesta terça-feira - 25 de junho de 2019 - entre a Secretaria Municipal de Educação do Município de Araras, através de seu Secretário Bruno Roza e das coautoras do Álbum das Bandas de Araras, Inajá Martins de Almeida e Matilde Ap.Salviato Viganó, edição 2017, autoria do Historiador Ararense Nelson Martins de Almeida.


Na oportunidade foi tratado que escolas municipais serão agraciadas com exemplares da obra para suas salas de leituras. Por sua vez professores e alunos poderão direcionar temas para eventuais trabalhos atinentes aos temas abordados na obra.

Outros encontros entre secretário, autoras, professores e alunos acontecerão num futuro breve, momento em que os registros retomarão este blog.

É a obra avançando no tempo e espaço, através da idealização do seu historiador e das filhas que, desta feita, podem muito bem serem conhecidas e cognominadas como as "filhas da história":  

 Matilde, por parte do músico que mais tempo permaneceu nas bandas - Carlos Viganó - e 

Inajá que, ao lado do pai Nelson, pode emprestar seu nome ao registro histórico, verdadeira obra de resgate, que saiu do rascunho para a edição ora compartilhada às escolas deste município de Araras. 




comentários


segunda-feira, 30 de abril de 2018

HISTORIADOR ESCREVE SOBRE SUA PRODUÇÃO DOCUMENTAL

"O interesse que temos pela História de Araras é nos um direito inabalável, adquirido há cerca de vinte anos, quando propusemos e editamos um trabalho de imprensa, documentando a vida de nossa terra natal, do que resultou o "ÁLBUM DE ARARAS"...


Revista de Araras - maio 1967

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A razão de nossos escritos sobre a História de Araras, município, em que tivemos a ventura de nascer, está em que nos achamos empenhados, há vários anos, na compilação e pesquisa dos fatos esparsos que a compõe e, que vem sendo compilado neste blog, como fonte de registro e resgate histórico. 

Seguindo a um conselho do saudoso prefeito Francisco Graziano, em cuja gestão tivemos a oportunidade e a honra de escrever e lançar o ÁLBUM DE ARARAS, ed. 1949. (Nelson Martins de Almeida e Mamede de Souza) 

Após intensas pesquisas na Biblioteca Municipal de Araras, e outras fontes a que tivemos acesso, passamos a pesquisar junto aos próprios livros de atas da Câmara Municipal, onde fomos “fuçar” em velhos papeis e amareladas pagina manuscritas, tudo o que os nossos antigos fizeram em prol desta comunidade que hoje se orgulha de sua modelar e organizada urbe.

O livro de atas mais antigo que então encontramos havia sido o de 1892, e demos inicio à nossa perquirição histórica, transportando-nos para aqueles idos do pioneirismo heroico de nossos ancestrais, empolgando-nos com a magnitude de seus gestos de trabalho abnegado e desprovido de qualquer compensação material, mas sempre visando o bem da coletividade do burgo incipiente, e do seu desenvolvimento gradativo.

Ora, o gesto magnânimo de seus fundadores – Bento de Lacerda Guimarães e José de Lacerda Guimarães – doando as terras para o Patrimônio; depois a comissão camarista trabalhando ativamente para a construção de um templo majestoso a ser erguido na imensa praça descampada; os médicos abnegados a combater as epidemias, as febres de mau caráter e fundando a sua santa casa de misericórdia; os heroicos pioneiros da imprensa a enfrentar, no seu idealismo puro, as intempéries de omissão, do descaso e da ignorância, os fundadores de fazendas, plantadores de cana-de-açúcar, da mandioca e do café, que vieram a enriquecer a Nação; os rasgadores de sertões implantando trilhos de aço das estradas de ferro que fomentaram o progresso e trouxerem aos campos a civilização contemporânea.

Havíamos, pois, partido em nossas pesquisas, do livro de 1892; mas, refletindo sobre que o município se instalava a 07 de Janeiro de 1873, ou seja, dezenove anos antes, voltamos a uma procura mais intensa nos velhos arquivos, até que, finalmente, encontramos os almejados livros anteriores, inclusive o primeiro livro de atas, iniciado em 1873.

Somos de parecer que estes livros são históricos, e deveriam estar aos cuidados da Biblioteca Municipal, pois que transcendem ao interesse dos próprios vereadores e da Câmara, para se situarem como uma relíquia pode ser preservada pela própria Biblioteca.

Durante anos, nas horas ociosas, fizemos as nossas pesquisas, uma luta contra o tempo, já que precisávamos viver e, não poderíamos nos fixar apenas neste trabalho, para o qual ninguém nos remunera. E, quanto mais nos aprofundávamos em nosso mister, apesar das restrições caseiras pelo nosso diletantismo, o nosso “hobby” de nenhuma compensação material, mas sumamente espiritual, no silêncio de nossa sala de trabalho, frente a maquina de escrever, íamos nos empolgando cada vez mais com a riqueza dos acontecimentos esparsos, esquecidos entre os arquivos nunca lembrados.

E foi assim que descobrimos fatos interessantes que a maioria dos conterrâneos ararenses desconhece e enriquecemos, sobremaneira com novos fatos aqueles que poucos conhecem. Isto nos possibilitará dar nova dimensão a História de Araras, de que se servirão os ararenses de hoje, e, os vindouros, interessados em melhor conhecer a formação desta cidade.

Estes conhecimentos, que passamos a ter através das documentações pesquisadas, aliados aos que já trazíamos de nossos trabalhos anteriores que, desde 1948, vimos fazendo para esta cidade, nos possibilitaram apresentar a Prefeitura Municipal, quando assessor de imprensa, um trabalho pessoal de que nos orgulhamos: o levantamento da nomenclatura das ruas de Araras.

Desse trabalho, chegamos a conclusão de que mais de 100 vias publicas estavam sem nomes, identificadas apenas por números ou letras, como eram os casos dos bairros Jardim Candida, Jardim Fátima e outros.

Apresentamos um trabalho com mais de 100 nomes de vultos ararenses, esquecidos no tempo, mas legendários na História, pelo que fizeram em prol de sua comunidade, a sua época.

Vultos como: Olympio Portugal, o primeiro cientista a aplicar o soro antiofídico no Brasil; Clementino Canabrava, autor de varias proposições; Ascânio Villasboas, que tanto trabalhou para a implantação da iluminação publica de Araras, ao tempo dos românticos lampiões a querosene.


Neste trabalho, os nomes foram apresentados, seguindo-se ligeiros traços de sua atuação que os justificavam.

Obs: - Este documento consta de seu arquivo, escrito provavelmente na última década do século XX. Interessante para pesquisadores poderem absorver os porquês de tanto interesse pelos documentários históricos.



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SÃO CAETANO DO SUL

"Surge este documentário, no momento justo em que São Caetano do Sul atravessa, auspiciosamente, o seu terceiro ano de emancipação política e de instalação de uma Câmara Municipal..."




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REVISTA DE ARARAS

ano 1, Nº 1 - maio/junho 1966



REVISTA DE ARARAS - ano 2 - junho 1967


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sábado, 14 de outubro de 2017

MEMORIAL DE ARARAS - TIRO DE GUERRA

por Nelson Martins de Almeida - Historiador


No dia 29 de setembro de 1917,  Araras era visitada pela Linha-de-Tiro de Pirassununga, tendo a acompanhá-la um pelotão de escoteiros.  A viagem foi feita por trem até a estação de Loreto, sendo o percurso terminado em marcha. Os atiradores foram  acompanhados por seus instrutores e pelo prefeito dr. Fernando Costa, seu diretor.



Mas, a primeira manifestação para ser criado um Tiro-de-Guerra, em Araras, iria partir do prefeito cel. André Ulson Junior, que se punha em contato com o general Luiz Barbedo, do comando da II Região Militar,  sediada em São Paulo.

O primeiro Tiro-de-Guerra foi formado em Araras em 1918. Na foto ele aparece formado frente à sede que ocupa as dependências da antiga Escola de Trabalhadores Rurais.




Em 1918, estava formada, em Araras, a Linha-de-Tiro nº 66 e, já em janeiro desse ano, era executada no Teatro Apollo, a Marcha da Linha-de-Tiro nº 66, numa composição de Emengarda Miranda.



ETERNOS DEFENSORES DA PÁTRIA 
QUER EM POSIÇÃO DE SENTIDO QUER EM MARCHA



Aos 15 de maio de 1918, o ver. Herculano Ferreira havia apresentado um projeto de lei, em que a Prefeitura de Araras ficava autorizada a despender pela verba de Obras Públicas, a quantia de   RS. 4:000$000 com a construção do stand e fardamento da banda de música. Era regente dessa banda o maestro Francisco Paulo Russo.

Em fevereiro de 1919, o comandante da 2ª Regiãso Militar (hoje II Exército) general Luiz Barbedo comunicava à Câmara a sua visita à Araras, quando seria feita a oferta da Bandeira  Nacional à Linha-de-Tiro nº 66. Isto veio a ocorrer no dia 9, durante o ato de inauguração do stand de tiro em Terras da Fazenda São Joaquim, local posteriormente vendido ao Operário Futebol Clube.




Foram guardas de honra da Bandeira, as senhoritas Dirce Gomes, Olívia Ulson, Luiza Marcicano, Guilhermina Ulson, Aparecida Cunha, Laura Braga, Aparecida Cunha, Dalila Marcicano, Julia Luz, Elvira Padula, Ille Denardi, Amélia Feres, Anaitis Zacharias e Haidéa Camargo. 




Em 1921, o Linha-de-Tiro nº 66, de Araras, era instruído pelo sargento João Vicente, ano em que Araras recebe a visita do Tiro de Guerra nº 357, de Limeira, comandado pelo sargento Wilhelsen, tendo por secretário Germano Oliveira. No Hotel Italiano, em Araras, é lhes ofertado um almoço, dele tomando parte o dr. Carlos de Oliveira Guimarães, promotor público da Comarca, o capitão Florindo Basílio Camargo, vice presidente da Linha-de-Tiro, o sargento instrutor João Vicente e outros.

Em 1948, a sede do Tiro de Guerra, estava localizada na antiga Escola de Trabalhadores Rurais, então situada onde hoje está a Praça Dr. Martinico Prado, por coincidência, local onde presentemente, se instala a sede do Tiro de Guerra 2.053.



O Tiro-de-Guerra no ano de 1948 era presidido pelo prefeito Francisco Graziano, que aparece na foto, entre o grupo de atirados e seus sargentos instrutores. A foto foi tirada nas dependências externas do Educandário "Dona Benedita Nogueira".

Em 1951, o T.G. 182, em Araras, é comandado pelo 2º tenente Oswaldo Ramos, sendo prefeito municipal e seu diretor o Sr. Francisco Graziano.

Em 1952,  aos 3 de março, o presidente da República, tendo em vista o decreto nº 16321 e nº 6795/44, concede a Medalha de Guerra ao sargento Odail Monteiro dos Santos (foto), instrutor do T.G. 182, de Araras.


Em 1952, sendo diretor do T.G. de Araras, o prefeito Hermínio Ometto, o TG 192, sediado em Araras, conquista o honroso 2º lugar na classificação a que concorreram todas as unidades do gênero. Comandado pelos sargentos instrutores Justiniano Feitosa e Odail Monteiro dos Santos, o TG de Araras, alcançou 92,37 pontos.








Em 1954, o TG 182, de Araras, comandado pelo sub-tenente Justiniano Feitosa e sargento Odail Monteiro dos Santos, conquista o 1º lugar na classificação de todos os Tiros de Guerra do Estado de São Paulo.








A 21 de abril de 1956, assume o comando do TG 182 o sargento Antonio Ângelo de Assis, sendo prefeito de Araras, o Sr. Alberto Feres. Nesse ano é procedido o lançamento da pedra fundamental do novo prédio sede do TG 182. Em sua inauguração comparecem o cel. Aiporé dos Reis e o major Manoel João Homem de Mello, do II Exército, prefeito Alberto Feres e demais pessoas gradas.







Aos 7 dias do mês de setembro de 1957 inaugura-se a nova sede do TG 182. Em nome do II Exército, fala o major Manoel João Homem de Mello.















Prefeito Alberto Feres discursa, ladeado das autoridades coronel Aiporé, major Manoel João Homem de Mello, prefeito Armando Coelho, de Leme.












Ato do hasteamento da Bandeira e do retrato do prefeito Graziano - período 1948/1951



















Em 1958, com a aprovação do general Stênio de Albuquerque, comandante da II Região Militar, são elogiados os componentes do Tiro de Guerra de Araras e seu instrutor sargento Odail Monteiro dos Santos, pelo espírito de solidariedade demonstrado por ocasião do desastre com um caminhão transportador de cortadores de cana, que vitimou 38 ocupantes.






O Tiro-de-Guerra nas comemorações da Revolução Constitucionalista de 1932

1982 - solenidades no Ginásio de Esportes de Araras










Prefeito Ivan Estevan Zurita, comandante do Tiro-de-Guerra hasteia a bandeira nacional, frente à sede
















Desfilando ao redor da Praça Barão de Araras, passando pelo Cine Araruna e ruas da cidade de Araras. As crianças se alegram e acompanham a marcha ritmada.









RESERVISTAS ARARENSES 
- para serem dignos ombros de Caxias quando deles precisarem a Pátria -


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O acervo faz parte da coleção de NELSON MARTINS DE ALMEIDA - Historiador, membro do Instituto Histórico e Geográfico do Estado de São Paulo
O material fora apresentado durante a Exposição da História de Araras - Casa da Cultura no ano de 1997.

Composição do material para o blog a cargo da filha Inajá Martins de Almeida - depositária de todo esse acervo histórico escrito e ilustrado

15/10/2017

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Foto digna de registro neste blog







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