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quarta-feira, 26 de julho de 2017

HOMENAGEM BANDA DE TODAS AS BANDAS

Tribuna do Povo - 22/07/2017 - Thiago Penteado 

O saudosismo tomou conta da Câmara Municipal na noite da última quinta-feira (20) na homenagem dos 40 anos do maior prêmio já conquistado pela Corporação Musical Maestro Francisco Paulo Russo: o 1º Campeonato Nacional de Bandas de Música, realizado em 1977 pelo MEC (Ministério de Educação e Cultural) e Funart (Fundação Nacional das Artes).

Por duas horas, os presentes no Plenário Bruno Moisés Batistella voltaram para o inesquecível julho de 1977, mês da premiação. No ano da premiação a Corporação tinha 35 intregrantes, destes 30 faleceram – os familiares participaram da homenagem – e cinco estão vivos e apenas três compareceram.
A solenidade também foi acompanhada pelos atuais integrantes da Corporação, carinhosamente conhecida como a Banda de Araras. Passado e presente se reencontraram para recordar o fatídico 1977, ano que a Banda foi conclamada “a banda de todas as bandas”.
Entre viúvas, bisnetos, netos e filhos dos músicos já falecidos estavam três heróis que são testemunhas da história: Fernando Antônio Dametto, José Ângelo Francatto e Júlio de Oliveira. “Foi o maior momento das nossas vidas”, disseram.
Cada ex-integrante tem sua história na Banda de Araras. Dametto é de Leme e começou a tocar na Banda da cidade vizinha e recorda que na década de 1950 foi aluno do maestro Ângelo Consentino, que hoje tem seu nome eternizado na Corporação da cidade.
“Quando estava na Banda de Leme fui convidado para tocar na antiga Banda da Escola do Comércio de Araras, onde conheci minha esposa e mudei para cá. Não sei ao certo como entrei na Corporação Maestro Francisco Paulo Russo, mas fiquei por 32 anos”, conta Dametto, que tocava bombardino – instrumento responsável pelo contra ponto entre os músicos.
Outro ex-integrante é Ângelo Francatto e este teve vida longa na Banda: 60 anos no total tocando bateria e prato. “Além da Banda eu tocava em Orquestra e foi um período que nunca mais vou esquecer”, revela.
Na lista também tem o limeirense Júlio de Oliveira. “Aos 14 anos comecei a tocar clarinete na Corporação Musicar Arthur Giambelli (a Banda de Limeira), depois passei em exame na Escola de Formação de Cadetes de Campinas e fiquei por quatro anos. De 1968 a 1972 fui para Pirassununga e participei da Banda da Aeronáutica, até chegar à Araras”, relata.
Nota 10 nas fases regional, estadual e nacional
Os músicos contam que o caminho foi longo antes da conquista do prêmio nacional. “Nossos ensaios eram sempre das terças às quintas-feiras e depois passaram de segunda a segunda. Sem preparação e dedicação o prêmio não teria sido conquistado”, enfatiza Dametto.
Francatto detalha que a Banda de Araras ganhou todas as fases com nota 10. “Nos apresentamos em várias cidades até chegar ao Rio de Janeiro na Rede Globo, onde aconteceu a final”, recorda. “A final regional foi em Limeira”, emenda Júlio.
Os músicos recordam que a cada apresentação brincavam com maestro Alfredo Alexandre Pelegatta sobre a posição. “A gente dizia que o quinto lugar estava garantido e ele ficava louco”, recordam.
Todos os integrantes permaneceram durante um mês no Rio de Janeiro até o grande dia da apresentação nos estúdios da Rede Globo, transmitida em cadeia nacional. “Tinha banda de todos os Estados do Brasil”, fala Dametto e que cita as músicas tocadas na fase final da competição: Mendigos, Valquíria e Espírito Nordestino.
O primeiro lugar foi disputado com a Banda do Cabo, da cidade de Recife, capital do Estado de Pernambuco. “Eles tinham membros do exército e da sociedade civil e era uma banda enorme, dava medo”, recorda Francatto.
Mas, assim que a Banda de Araras encerrou sua apresentação, os músicos da banda concorrente saíram das cadeiras do auditório e correram abraçar os músicos de Araras. “Eles diziam que o prêmio era nosso”, disse Júlio com a voz embargada pela emoção e com os olhos em lágrimas. “Até hoje choro de emoção daquele dia”.
A vitória foi confirmada com as notas dos jurados. “Foi uma atrás do outro Araras nota 10, 10, 10. Até que o último jurado anunciou Araras nota 10 e Banda do Cabo nota nove. Caímos em lágrimas e alegria”, relembra Dametto.
Banda foi recebida e aplaudida por 15 mil pessoas em Brasília
O reconhecimento não parou no Rio de Janeiro e a Banda foi para Brasília/DF para apresentação especial para o então presidente da República Ernesto Geisel. “A apresentação foi em conjunto com outras quatro finalistas do concurso e aconteceu no ginásio de Brasília. Fomos aplaudidos em pé por mais de 15 mil pessoas e as cinco bandas tocaram o hino nacional juntas. Depois, recebemos o prêmio das mãos do presidente Geisel”, relata Dametto.
A chegada em Araras teve ainda mais emoção e a cidade parou no dia. Os heróis foram recebidos pelo caminhão do Corpo de Bombeiros em frente da Clínica Antonio Luiz Sayão e percorreram a Avenida Padre Alarico Zacharias. “A população nos acompanhou durante todo o trajeto e sempre em festa. Eram gritos e aplausos e a comemoração durou horas”, disse Júlio.
“O pessoal pediu autógrafo e começamos a receber convites para tocar em todas as cidades do Estado”, recorda Dametto. “Nunca mais esquecerei de 1977”, disse Francatto sobre o ano que a Corporação Maestro Francisco Paulo Russo ficou conhecida como a banda de todas bandas.
Músicos homenageados
Vivos
Hugo Tadeu Montagnolli, José Ângelo Francatto, Fernando Antônio Dametto, Luiz Carlos Morgili e Júlio de Oliveira
Falecidos
Abel Antônio da Silva, Arlindo Cressoni, Odair Alves Isidoro, Paulo Norberto de Castro, Avelino Brufato, Ariel Alves de Oliveira, Carlos Viganó, Dorival Burger, Elias Alves da Cruz, Hugo Montagnolli Junior, Wilson Rodrigues de Almeida, Antônio Squissato, Ely Montagnolli, Fioravante Evangelista, José da Luz, Luiz Carlos Caramello, Walter Francisco Bragança, João Moreira de Campos, José Donatti, José Franco, Milton Fabre, Oswaldo Aparecido Burger, Lucindo de Souza, Mário Silva, Natalino Montagnolli, Ademir Alves, Otávio Mariano, Benedito Aparecido Ribeiro, Joaquim dos Santos e o maestro Alfredo Alexandre Pelegatta.

assista :

http://www.tribunadopovo.com.br/emocao-marca-homenagem-para-banda-de-todas-as-bandas/

HOMENAGENS 40 ANOS DA CONQUISTA NACIONAL EM FOTOS




DISCURSO INAJÁ DURANTE A HOMENAGEM NA CÂMARA MUNICIPAL DE ARARAS


- Exmo. Sr. Prefeito Municipal Dr. Pedro Eliseu Filho;
- Exmo. Sr. Presidente da Câmara Dr. Pedro Eliseu Sobrinho
- Nobres Vereadores;
- Autoridades presentes
- Familiares e músicos da Banda Campeã
- Componentes  da Orquestra de Sopros de Araras Maestro Francisco P. Russo
- Alunos da Escola de M. Carlos Viganó;
- Senhoras e Senhores
Neste momento solene e significativo a todos que nesta casa de lei se encontram minha emoção, em agradecimento ao convite, leva-me a declarar em palavras, todo sentimento guardado há anos. Sentimento este por ter compartilhado uma existência entre livros, letras, história e notas musicais.
Livros, letras e história, por parte de meu pai – Nelson Martins de Almeida – o qual pautou sua existência à dedicação e cuidado pela história, em registros por onde passou. Legado imensurável entre álbuns: do Futebol Paulista; histórico/geográfico das cidades de  – Rio Claro (cidade que me viu nascer) Araraquara, São Caetano do Sul, e sendo que o de Araras, sua cidade natal, em parceria com o também jornalista Mamede de Souza, em edição 1948, figura como singular ao autor ararense.
De outro lado, as notas musicais, encontro na pessoa de meu tio Carlos Viganó – tio Lico – o músico envolvido e comprometido com a divina arte, aquele que acostumada fora a vê-lo em seus uniformes impecáveis e seus instrumentos – clarinete, saxofone – marchar para as retretas (e como era gratificante o som dos acordes a soar na praça Barão)
Não poderia também deixar de partilhar com os presentes, a emoção do grande campeonato nacional, quando nos reuníamos em família para aguardar as contendas musicais que se seguiam entre as corporações,  ávidos pela conquista máxima de nossa corporação – e esta chegou. E eis que, numa tarde de domingo aos aplausos dos jurados, pudemos contemplar em lágrimas as pontuações e as críticas, as quais seriam registradas pela imprensa da época – estávamos em 1977.
Agora, 2017, nesta casa, nesta grande homenagem que se presta aos músicos remanescentes, aos familiares e amigos, julgo ser necessário enfatizar alguns apontamentos dos jurados naquele momento:
“Eles conseguem uma perfeição, dominando até o melhor acabamento sem agressões estéticas e com a nota afinada. Isto é uma grande virtude”.  (Maestro Alceu Boschino)
Ao Maestro Ari Vasconcelos a banda de São Paulo o fazia lembrar, em alguns momentos a Banda dos Carabineiros de Roma, que se apresentou no Rio de Janeiro, [1965] e que a gente tinha a impressão de ouvir uma orquestra sinfônica, tal a suavidade com que tocava”, e continuava... “a dinâmica da banda paulista me pareceu ainda mais cuidada, obtendo-se um maior equilíbrio sonoro “
Para Maestro Julio Medaglia – “o maior nível técnico que já se viu em banda no Brasil”
E finalmente Maestro Celso Waltzenglogel
“A mais homogênea de todas as bandas que se apresentaram nesta fase eliminatória... Uma verdadeira escola de musica. Uma banda que poderia cumprir perfeitamente o papel de escola de música em Araras”.
Assim,  motivadas por tanta história, por tantos registros, ainda que seus protagonistas não mais estivessem  entre nós – Nelson, Carlos (seu Lico) Maestro Alexandre Pelegatta (da grande conquista de 1977), tantos músicos que conhecemos no passado – coube a nós, de posse  do álbum esboçado entre o período de 1879 até 1977, perceber que poderíamos avançar o tempo, pois estávamos participando das mudanças, juntamente com seus componentes – maestros e músicos: - a criação da Escola de Música; a Corporação Musical transformada em Orquestra de Sopros, através do Maestro Marco Antonio Meliscki.
Além do mais, movidas pelas homenagens que se prestam pelos 40 anos da premiação daquela que ficou como a Banda de todas as Bandas, 2017,  também pudemos compactuar as homenagens, com o lançamento do Álbum das Bandas de Araras, documentário histórico este que pode ser considerado o mais completo em edição.
A edição tem como objetivo apresentar dois momentos históricos: 
- período compreendido entre 1879 até 1977 em que Nelson Martins de Almeida pontua a partir dos primórdios das primeiras manifestações até 1977, a grande premiação nacional e
- período compreendido entre 1977 até 2015, quando nós, como organizadoras e co-autoras avançamos.
De minha parte quero agradecer o carinho com que a imprensa vem dedicando suas páginas – escrita e falada – e fazer menção a um slogan que nos tornou significativo, quando Thiago Neri em entrevista nos referencia como “As Filhas da História” – obrigada Thiago.
Agradecer ao digníssimo Presidente da Câmara Sr. Pedro Eliseu Sobrinho, quando este presenteia o filho com uma edição do Álbum de Araras.
Agradecer ao  Sr. Prefeito Pedro Eliseu Filho que,  a partir desse presente vê na digitalização e entrega aos leitores internautas a importância da  obra abrangendo número inimaginável de leitores.  
Obrigada duplamente – ao pai e ao filho. E posso também me expressar ao dizer que não só a municipalidade ararense fora agraciada, eu inclusive às lágrimas recebi a notícia dada, por telefone pela prima Matilde, em nome da memória de meu pai – Nelson Martins de Almeida, uma vez que o presente teve significado singular, dado a data em que aniversariávamos - março.  
Agradecer a Deus, por legar a nós a incumbência deste trabalho que permanecerá nos autos da cidade de Araras, para que seus filhos possam, em momento futuro, abrir gavetas e perceber que a história pode continuar – ela deve continuar. Que a escrita não se permite ponto final. Que a leitura nos remete a outras tantas e o ler pode nos transformar em partícipes da obra do autor. 
Dizer que vivemos intensamente o livro em todos os seus momentos, agora é o livro – este documentário histórico das bandas de Araras - que vive em nós. E almejamos que viva em vocês também.
Assim é que, entre agradecimentos, aproveitamos o momento histórico, desta homenagem pelos 40 anos decorridos entre 1977/2017,  da premiação, para convidar a todos os presentes para o lançamento do Álbum das Bandas de Araras – documentário histórico – no dia 26 de agosto as 19h30 na Biblioteca Municipal desta cidade.

Muito obrigada a todos.


DISCURSO MATILDE

-Exmo. Sr. Prefeito Municipal Dr. Pedro Eliseu Filho
-Exmo. Sr. Presidente da Câmara Dr. Pedro Eliseu Sobrinho
-Nobres Vereadores
-Autoridades presentes
-Familiares e músicos da Banda Campeã
-Componentes  da Orquestra de Sopros de Araras Maestro Francisco P. Russo
-Alunos da Escola de M. Carlos Viganó *
Senhoras e Senhores
Quero agradecer a iniciativa do Sr. Presidente da Câmara pela homenagem, e salientar aqui, que todas as vezes que V.Exa.,exerceu o cargo de vereador e prefeito, nunca deixou de homenagear, respeitar, valorizar os músicos.
Me lembro que numa tarde, bateram em casa. Era o motorista do gabinete, alguns se lembram dele – o Paulão.
Disse ele – O Cel. pediu para eu levar o Seu Viganó no gabinete.
Meu pai foi, um pouco apreensivo.
Quando voltou, estava ansioso, e nos contou.
- Preciso falar com o Alfredo, o interventor quer a banda de volta.
Estávamos em 1971. A banda se reorganizou e se superou, vencendo em 1977 o I Campeonato Nacional de Bandas. Nunca mais parou.
E passou a representar a nossa Araras, em muitas cidades do Estado e de outros Estados também, transformando os músicos em ídolos, davam até autógrafos, plantando até uma pontinha de inveja nas cidades onde se apresentavam.
Os músicos ouviam o público dizer – nossa cidade precisava de uma banda como essa.
Por isso não pode nunca parar.
Acompanhando sempre a banda, afinal, tinha um músico em casa, e a cada mudança de administração, compartilhei com a angústia, ansiedade, expectativa de continuidade da banda.
E, é neste momento, nesta casa de leis, como filha de um músico que viveu a banda, que faço um pedido.
Não sei se é possível, mais gostaria muito que fosse.
Que a partir de agora, esta administração e esta casa de leis, estudem uma forma legal, para que a nossa banda, ou melhor, nossa orquestra de sopros, não continue passando por esse desgaste.
Que a Escola de Música Carlos Viganó, criada para formação de futuros músicos, que integram a Banda de Música Maestro Alfredo Alexandre Pelegatta, sob a coordenação da Orquestra, não pare mais, que funcione como qualquer outra escola.
A tradição das bandas em nossa cidade é histórica, então vamos dar continuidade a essa história.
Vamos fazer valer o slogan tão conhecido dos ararenses.
ARARAS CIDADE DAS ÁRVORES E DA BANDA CAMPEÃ DO BRASIL.
Parabéns à todos nós que temos a felicidade de fazer parte dessa gloriosa história.
OBRIGADO.



BANDA HOMENAGENS 2017

Banda Maestro Francisco Paulo Russo recebe homenagem na
 Câmara Municipal de Araras, SP


22 de julho de 2017 / Beto Ribeiro 

Com uma performance arrasadora na decisão, a banda de Araras, representando o Estado de São Paulo; regida pelo maestro Alfredo Alexandre Pelegatta, ficou com o título apresentando as músicas: Bento Barbosa de Brito, Velho Tião e Os Mendigos. Em todas as apresentações a nota foi máxima.


Após a conquista, os integrantes da Banda “Maestro Francisco Paulo Russo”, seguiram pra Brasília, onde fizeram uma apresentação no Ginásio de Esportes Presidente Médici, para um público de 15 mil pessoas e o presidente da República, na época, o general Ernesto Geisel. Na ocasião, o maestro Pelegatta recebeu das mãos do general, o troféu Paulo Roberto, da Sociedade Brasileira de Artes, Cultura e Ensino. Dos 35 músicos integrantes da banda campeã em 1977, apenas cinco estão vivos, Hugo Tadeu Montagnolli, José Ângelo Francatto, Fernando Antônio Dametto, Luiz Carlos Morgili e Júlio de Oliveira.
fonte:

http://reporterbetoribeiro.com.br/b2/2017/07/22/banda-maestro-francisco-paulo-russo-recebe-homenagem-na-camara-municipal-de-araras-sp/

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BANDA MAESTRO FRANCISCO PAULO RUSSO RECEBE HOMENAGEM DA CÂMARA

A Câmara Municipal de Araras, homenageou a Banda Maestro Francisco Paulo Russo, pelos 40 anos da conquista do 1º lugar no Campeonato Nacional de Bandas de Música, realizado pelo MEC (Ministério da Educação e Cultura) e FUNARTE (Fundação Nacional das Artes), na sede da Rede Globo de Televisão, no Rio de Janeiro. Em todas as fases classificatórias, a banda ararense foi agraciada com a nota máxima, chegando a final do evento. Na final, os músicos de Araras disputaram com outras três bandas tradicionais do Brasil: uma da Bahia, uma de Pernambuco e a outra de Minas Gerais.

Com uma performance arrasadora na decisão, a banda de Araras, representando o Estado de São Paulo; regida pelo maestro Alfredo Alexandre Pelegatta, ficou com o título apresentando as músicas: Bento Barbosa de Brito, Velho Tião e Os Mendigos. Em todas as apresentações a nota foi máxima.

Após a conquista, os integrantes da Banda “Maestro Francisco Paulo Russo”, seguiram pra Brasília, onde fizeram uma apresentação no Ginásio de Esportes Presidente Médici, para um público de 15 mil pessoas e o presidente da República, na época, o general Ernesto Geisel. Na ocasião, o maestro Pelegatta recebeu das mãos do general, o troféu Paulo Roberto, da Sociedade Brasileira de Artes, Cultura e Ensino. Dos 35 músicos integrantes da banda campeã em 1977, apenas cinco estão vivos, Hugo Tadeu Montagnolli, José Ângelo Francatto, Fernando Antônio Dametto, Luiz Carlos Morgili e Júlio de Oliveira. 


https://www.youtube.com/watch?v=7qaA6JfTrC0&feature=youtu.be
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assista também:

https://www.youtube.com/watch?v=XypG2EAsuIM


sábado, 22 de julho de 2017

BANDA MAESTRO FRANCISCO PAULO RUSSO - HOMENAGEM CÂMARA ARARAS

Na noite do dia 20 de julho de 2017, a Câmara Municipal de Araras prestou belíssima homenagem aos músicos e familiares dos vencedores da Banda Campeã Nacional de 1977.

Quarenta anos de conquista da premiação. Duas horas de pura emoção e muita música. Momentos podem ser acompanhados através do link
 

https://www.youtube.com/watch?v=7qaA6JfTrC0



domingo, 16 de julho de 2017

BANDA DE TODAS AS BANDAS - 40 ANOS DA CONQUISTA NACIONAL

Belíssima homenagem da Câmara Municipal de Araras, por meio do seu presidente Pedro Eliseu, dedica aos músicos em dias atuais presente em atividades e aos familiares dos que partiram e deixaram legado que se pode contar e escrever.

O Jornal Tribuna do Povo, em sua edição de 15/07/2017, dedica reportagem fazendo reviver aquele tempo festivo para os músicos e para a sociedade ararense, quando resgata a edição de 3 de julho de 1977.

Quarenta anos de conquista. Quarenta anos de história, de premiações, de registros que se querem e fazem registrar. Quarenta anos que se multiplicarão com o tempo vindouro. Quarenta anos multiplicados que ainda estarão por ser contados.  

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O texto faz menção ao Álbum das Bandas de Araras, que estará disponível à sociedade ararense a partir do dia 26 de agosto de 2017.






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